<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=5634248202366132322&amp;blogName=Hosp%C3%ADcio+das+Loiras&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&amp;navbarType=BLUE&amp;layoutType=CLASSIC&amp;searchRoot=http://hospiciodasloiras.blogspot.com/search&amp;blogLocale=pt_BR&amp;homepageUrl=http://hospiciodasloiras.blogspot.com/&amp;vt=-8516199878709839103" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" allowtransparency="true" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div>

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Nos meus quase 18 anos de vida convivi com um bucado de gente diferente. Tive uma porção de amigos, de MELHORES amigos, pessoas que estufavam o peito ao me dizer "pra sempre, sempre que precisar", pessoas que não pensaram duas vezes antes de me decepcionar e pessoas que talvez eu tenha ferido, magoado, afastado. Com o tempo eu achei uma desculpa pra esse comportamento, chamei de vida, institui o erro ao ser, como regra geral e não como excessão.

Acontece que quando a gente se magoa muito, descobre que a mágoa passa, o rancor passa, a tristeza passa e , pelo menos em mim, isso teve um efeito anestésico incrível mas também injetou no meu coração a temporalidade, a falta de compromisso com o eterno. E não por falta de vontade, eu quero, busco e preciso da eternidade, mas entendi ou melhor, ensinei pra mim mesma, que mesmo que não seja infinito será eterno enquanto dure. É triste, eu sei. Mas evita a decepção. ou não.

E antes de me julgar, dura ou fria demais tente entender que às vezes a gente tem que seguir em frente, às vez a gente tem que deixar as pessoas irem. Por mais que eu quisesse eu nunca fui capaz de abraçar o mundo e isso me doeu por muito tempo. Hoje em dia não mais. O mar continua lindo mesmo que eu não esteja olhando pra ele. E essa certeza me consola. Os meus amigos e amores passados são como o meu próprio mar. Mas eu aprendi que assim como as ondas eu não posso definir quando um vai e outro vem. Aprendi a deixá-los ir.
09:07 ·