<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5634248202366132322\x26blogName\x3dHosp%C3%ADcio+das+Loiras\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://hospiciodasloiras.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_BR\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://hospiciodasloiras.blogspot.com/\x26vt\x3d-8516199878709839103', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

quinta-feira, 13 de maio de 2010
Póslogo

E que esse talvez seja seja o fim do FIM.

Não é que eu não tenho vontade de vir aqui e escrever todas as minhas manias e obsessões de sempre. É só que eu sempre fui ruim em reconhecer o fim. Eu deixo a hora passar. Empurro com a barriga, com o pé, como que dá pra empurrar, só pra não ter que lidar com isso. E No início desse ano tive que enrentar muitos fins. Alguns trágicos, inevitáveis, outros... esperados. (ponto pra você que achou que o fim do blog foi trágico, foi mesmo). O Fim desse blog, significa pra mim o fim de tudo que acabou. Acabou a escola (sei sei, to nessa ladainha ainda.). Descubrir coisas ruins sobre as pessoas que eu amava na escola. Acabou a era "Fernanda Apaixonadinha", "Fenanda bobinha", ... e tudo isso que fazia de mim uma pata. Acabou o medo, a infantilidade(talvez nem taaanto assim, ok né?). Acabou o sentido disso aqui. Serei alguma coisa daqui pra frente. Alguma coisa que eu não sei ainda. Mas alguma coisa diferente do era, do que fui. Por que eu cansei de me repitir. Cansei de chorar problemas insolucionáveis. Cansei de vir pra frente do computador escrever o que me aflinge ao invés de ir e dizer o que me aflinge. Mais que alguem compulsivo por escrever o que pensa. Eu sou, hoje, alguem que fala o que sente. Não pense, que eu estou bem com o fato de me podar e não mais escrever aqui. Não, não estou. Esse foi o meu refúgio ao longo de 3 anos. Um refúgio que por muito tempo, eu precisei, eu ansiei. Não mais. Espero que entendam.

FIM!
09:18 ·


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos "ais"



Esse blog chegou ao fim.

FIM!
09:33 ·


quinta-feira, 22 de abril de 2010
Paraty

Cheguei aqui em paraty nesse segundo. To sentindo falta do rio de janeiro já. A viagem foi longa, cansativa, com uma irmã menor pentelha...
Mas a cidade é uma graça, exatamente o que eu tava precisando.
A mala tem mais livro que roupa, fazer oq né?
A faculdade ta apertando bastante.

P.s.: música do dia: Tenha dó!
13:06 ·


sexta-feira, 16 de abril de 2010
A música é essa

Se eu peco é na vontade
de ter um amor de verdade.
Pois é que assim, em ti, eu me atirei
e fui te encontrar
pra ver que eu me enganei.

Depois de ter vivido o óbvio utópico
te beijar
e de ter brincado sobre a sinceridade
e dizer quase tudo quanto fosse natural
Eu fui praí te ver, te dizer:

Deixa ser.
Como será.
09:30 ·


terça-feira, 13 de abril de 2010

Às vezes me dá enjôo de gente. Depois passa e fico de novo toda curiosa e atenta. e é só. (Clarice Lispector)

E eu ando curiosa mesmo. Um caso atípico pós decepçoes, mas eu ralmente não to ligando. Enfim...
Então que tem uma coisa diferente na faculdade.
Qual o nome mesmo daquela coisa que algumas pessoas tem e outras não?
Aquela coisa, que a gente fica redundante procurando um significado e não acha palavra nenhuma além de "coisa"?
Pois é, na faculdade tem uma coisa!
09:43 ·


sexta-feira, 9 de abril de 2010
Palavra nova!

Alter ego ou alterego (do latim alter = outro ego = eu) pode ser entendido literalmente como outro eu, outra personalidade de uma mesma pessoa. O termo é comumente utilizado em análises literárias para indicar uma identidade secreta de algum personagem ou para identificar um personagem como sendo a expressão da personalidade do próprio autor de forma geralmente não declarada.

Para a psicologia, o alter ego é um outro eu inconsciente.

Num outro sentido, o alter ego de uma pessoa não é uma faceta escondida ou secreta da sua personalidade, mas sim alguém de muito íntimo, um amigo fiel e inseparável em que essa pessoa se revê e deposita absoluta confiança. O alter ego é, neste caso, um perfeito substituto em que a pessoa pode delegar a sua representação ou outra função importante, na certeza de que ele pensará e agirá como ela pensaria ou agiria, isto é, como se fosse ela própria. É frequente, na vida política, um dirigente ou governante ter um alter ego como colaborador destacado, alguém habilitado a assumir fielmente as suas funções.
09:37 ·


quinta-feira, 8 de abril de 2010
Reclamação sobre comentarios!

O fato desse blog não ter comentários é porque eu acredito que isso geraria uma expectativa, tanto de novos posts, para leitores, como de novos comentários, para mim. E a intenção desse blog nunca foi abrir um espaço para comentários e pitacos. Ele é simplemsnete o espaço onde eu desabafo e deixo quem se interessa pelo o que eu penso participar. só isso.
08:10 ·


quarta-feira, 7 de abril de 2010
Lying that you're sexing me?

16:06 ·


Chega de silencio

Bem, final de minuto de silencio já posso falar.
Não que eu tenho muito o que falar porque ainda estou absorta com os novos acontecimentos da minha vida.
A chuva aqui no rio de janeiro não deu trégua e ontem foi o Dia mais Ocioso dos meus 18 anos, eu acho.
Passei a tarde conversando com um amigo que estava morrendo de saudades (amigo digno de varios posts de saudades nesse blog). O que me fez pensar em como eu tenho problemas mentais diagnosticados. As coisas podem ser fáceis, é só eu deixar elas serem. Um caso a se pensar. Ou não.

Beijos :*
09:40 ·


terça-feira, 6 de abril de 2010
Hush

1 minuto de silencio pela morte da personagem!
14:55 ·


sábado, 3 de abril de 2010

Me diz o que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar?
Me diz o que você faria.
19:20 ·


quinta-feira, 25 de março de 2010
Choque de ordem.

Só a mediocridade ficaria feliz com a solução que não resolve o problema. Anestésicos sempre foram a cara da Classe Média.
Escreveria sobre o que vi no caminho para o trabalho hoje, mas é muito difícil escrever e vomitar ao mesmo tempo.

Que NOJO!
08:17 ·


sábado, 20 de março de 2010
Roda Viva





Porque tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu e no peito a saudade cativa faz força pro tempo parar, mas eis que chega a Roda Viva e carrega a saudade pra lá...
15:10 ·


sexta-feira, 19 de março de 2010
Eu faço sentido?

sentido
s. m. pl.
1. Conjunto das faculdades para a percepção!perceção dos objectos!objetos exteriores.
2. O raciocínio; as faculdades intelectuais.
3. Voluptuosidade, prazer, sensualidade, concupiscência.



Pela primeira vez na vida alguém me disse que eu faço sentido. A questão agora é: Eu faço sentido mesmo? ou achei alguem tão contraditório quanto eu?
16:04 ·


sexta-feira, 12 de março de 2010
www.muleburra.com

..…e um pouquinho do braço!
escrito por Bucéfala (do muleburra)


Quando você resolve ter um cachorro, gato, periquito, tamagochi, sei lá, você tem que estar consciente de que vai ter que cuidar, alimentar etc., né verdade? Senão, o pobrezinho fica lá, jogado às traças, até o momento que ele começar a babar, espumar, e, por favor, não faça essa cara de desentendido quando ele começar a morder todo mundo.


Ah, sim, e é exatamente por isso que você não tem nada, né?

Poizé. Mas, quando você resolve ter uma mulher (leia-se: caso/namorada/esposa/amante), é muito mais complicado. Por quê? Porque mulher, meu filho, RECLAMA. Quando você chegar em casa, e não der atenção porque está muito cansado, você acha mesmo que ela vai balançar o rabo esperando carinho na cabeça? Ela vai é te ESCULHAMBAR!

Ah, não tem tempo? Ah, tá cansado? Ah, o dia foi difícil? Ah, eu não entendo? Então da próxima vez você compra um periquito e ENGOLE o periquito.

O meu dia pode ter sido dos infernos, e eu posso ter comido o pão que o diabo amassou, mas eu AINDA penso em você, e sinto saudades sua, seu maldito.

Ah, você me entende? Ah, você realmente acha que eu tô certa? Então por que tenho de GRITAR para você ouvir?!

Para de fingir que acha que tenho razão só pra eu calar a boca! Tá, eu sei que você me ama, mas dá para me entender de vez em quando, e parar de achar que só você tem razões, que só você pode.(ok?)

Eu não quero dormir agora. Eu não quero parar de reclamar. Não quero mais entender que você está cansado para ser sociável. Não quero mais entender que você tem problemas demais.

Ah, sim, sou uma bruxa malvada. Aliás, uma bruxa malvada, histérica, e deveria ter sangue de barata. Você me ama, e só isso deveria importar. Eu só não sei porque não te transformei num eunuco ainda.
(Tá vendo como no fundo eu tenho bom coração?)

E quer parar de fazer gracinha enquanto estou falando sério?!! Está vendo essa espuminha no canto da minha boca? É ÓDIO!

ARGH!



Todas passam pela mesma coisa, né?
Não é o caso de hoje, mas já foi o caso de alguns dias!
23:55 ·


quinta-feira, 4 de março de 2010
O que é básico.

Reciprocidade é o básico.
Bandage-dress preto é básico.
Amor próprio é básico.
Um perfume que seja marca pessoal.
Um amor de lembrança.
Um amor que se vive eternamente.
O amor que dá certo.
Botas de cano alto são básicas.
Tomar banho de chuva.
Um Ipod com toda a trilha sonora da sua vida.
Ter uma trilha sonora.
Noites viradas são básicas.
Lual com fogueira, se não fez, faça-o.
Viajar com as amigas, alem de básico é essencial.
Uma Chanel 2.55 (Ou uma das milhoes de cópias que fizeram dela)
Errar o mesmo erro com pessoas diferentes.
Errar erros diferentes com a pessoa que você escolheu continuar.
Ir ao maracanã em dia de final, nem que seja pra nunca mais, é basiquíssimo.
Estragar uma Havaianas, ou muitas.
Perder um avião.
Assistir o sol se por.
Assistir o sol nascendo.
Trocar o certo pelo incerto.
Chorar no cinema.
Assistir Orgulho & Preconceito.
Ler Orgulho & Preconceito.
Entender Orgulho & Preconceito.
Preencher um album de figurinhas.
Ter na vida alguem pra confiar.
Escrever um diário, mesmo que seja de apenas um ano da sua vida.
Ler Clarice Lispector uma vez.
Ler Clarice Lispector a segunda vez.
Ler Clarice Lispector só nos momentos certos.
Entender qual é o momento pra ler Clarisse Lispector.
Achar muito defeitos em si mesmo.
Aceitar os muitos defeitos depois de uns anos.
Ter um pouco de auto-condecendencia.
Ter um restaurante favorito.
Frequentar o restaurante favorito.
Ter alguma tradição.
Ser provinciano em alguma coisa.
Ser moderno em alguma coisa.
Ter um gosto pessoal.
Um cheiro pessoal.
Um jeito pessoal.
Uma filosofia de vida.
E conseguir abrir mão de tudo isso por alguém.

Marcadores:

19:19 ·



"Uma coisa eu sei sobre os começos.
Os fins estão sempre lá.
Uma coisa eu sei sobre os fins.
Não há nada nos começos que os impeça a chegada.
E as linhas vão trocando cores inevitáveis."

Ane Walker
19:18 ·


domingo, 28 de fevereiro de 2010

Vim escrever que não tenho o que escrever. nem vontade.

beijos
17:03 ·


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Escolhas

Eu sempre achei que o mais dificil fosse fazê-las. Agora entendi que o mais difícil é mantê-las, lidar com elas. Mantêr o escolhido e deixar o resto ir. Me vejo, hoje, tão agarrada ao passado. Como um adolescente que chora ao perceber que seu banana de pijamas foi dado. Não por ligar ativamente pro banana de pijama. Por entender a importancia sentimental. O acervo de lembranças, de cheiros, de manias. Eu preciso deixar ir, só não sei como fazer isso. Sei que é injusto tentar manter uma amizade. Sei que só funcionaria para mim. Mas quantas vezes preciso repitir? Eu sou egoísta. Eu sei. E você sempre me fez bem. Mais bem que qualquer pessoa podia fazer. E eu sinto tanto. Sinto muito mesmo. Me desculpe.

Marcadores:

11:17 ·


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Então eu fiz 18. Nunca achei aniversarios o começo de uma vida nova, na verdade, eu nunca me importei tanto com isso. Fazer 18, deveria ser como fazer 17. Por que não é? Por que parece que colocaram o peso de um trem em cima de mim? Por que? Eu realmente devia ter vindo escrever aqui antes. Também não sei por que só me lembro desse lugar quando tenho algo a reclamar. Tem umas duas semanas que estou buscando o resultado de algo que parece não mudar. Tem uma duas semanas que finjo não me importar. Tudo que eu queria era um aniversario livre de dramas (Lembranças terriveis dos ultimos!). Tudo que eu queria era entender o que muda quando tudo parece a mesma coisa. Tudo que eu queria era um nome. E agora, tudo que eu quero é oxigenio. E mais um cosmo!
20:39 ·